A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou, nesta quinta-feira, 27, o Reajuste Tarifário Anual de 2026 da Cooperaliança. O processo estabelece um efeito tarifário médio de 10,14% para os consumidores da cooperativa. As novas tarifas passam a vigorar a partir de 29 de agosto de 2026, com validade até 28 de agosto de 2027.
O índice definido para este ano representa uma redução em relação ao reajuste aplicado em 2025. No ano passado, a ANEEL homologou um efeito tarifário médio de 14,31% para a Cooperaliança. Com isso, o índice de 2026 é 4,17 pontos percentuais menor, o que representa uma redução de aproximadamente 29% no percentual de reajuste em comparação ao ciclo anterior.
Para os consumidores residenciais, enquadrados na classe B1, a tarifa convencional passa de R$ 0,69568 para R$ 0,75773 por kWh, conforme os valores homologados pela ANEEL. A variação é de aproximadamente 8,92%, abaixo do efeito tarifário médio de 10,14%.
Para a Cooperaliança, o resultado deste ano representa uma redução significativa no índice de reajuste em relação ao ciclo anterior, em um processo que busca garantir o equilíbrio econômico-financeiro da atividade de distribuição e a continuidade dos investimentos e da qualidade dos serviços prestados aos consumidores.
“O resultado deste ano mostra a importância de uma gestão responsável e do acompanhamento permanente dos custos que compõem a tarifa. Mesmo diante de todos os componentes que influenciam o processo tarifário, conseguimos chegar a um índice menor que o registrado no ano passado. Nosso compromisso continua sendo buscar eficiência, manter a qualidade dos serviços e trabalhar sempre em benefício dos nossos associados”, destaca o presidente da Cooperaliança, Dedê de Jesus.
Maior parte do impacto vem de componentes que não correspondem à distribuição da Cooperaliança
A composição do reajuste demonstra que o valor pago pelo consumidor não corresponde exclusivamente ao custo da energia ou à parcela destinada à Cooperaliança pela prestação do serviço de distribuição. A tarifa é formada por diferentes componentes regulatórios e econômicos, definidos no processo tarifário pela ANEEL.
No reajuste de 2026, os componentes financeiros tiveram impacto de 4,06% sobre o índice, enquanto os custos de transporte de energia representaram 2,99% e os encargos setoriais, 1,89%. Já a parcela relacionada diretamente à atividade de distribuição da Cooperaliança teve impacto de 0,36% no processo tarifário.
Não há desligamentos programados para esta data.
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28.08.2026 ANEEL homologa reajuste tarifário de 10,14% para a Cooperaliança + CONTINUAR LENDO